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May 03, 2005
A última vez a gente nunca lembra
O reencontro tinha sido agradável, apesar das mágoas. Depois veio a confusão do divóricio, as brigas, os primeiros três anos morando juntos, as noites aproveitadas em casa, em meio à mudança e às obras. Tudo melhorava, sem dúvida, mas ela não quis aceitar seu convite para a viagem de lua-de-mel. Sabia que depois viria o casamento, o noivado, aquele namoro interminável, o primeiro encontro. Com tanta felicidade, seria muito doloroso se desconhecerem por completo.
Posted by Bruno Rabin at May 3, 2005 06:48 PM
Comments
Brilho efêmero da minha péssima memória. Lembraram-me do filme, que deve ter ficado guardado em algum lugar inacessível por aqui. Who cares? Isto é ou não é o Farsante?
Posted by: Bruno Rabin at May 4, 2005 12:25 AM
Sem mais palavras...
Você já me convenceu que nasceu para isto.
Posted by: Luiza Breder at May 4, 2005 02:56 AM
Genial, a cara do filme mesmo. Aliás, um dos meus filmes preferidos.
Posted by: Ismael at May 4, 2005 01:40 PM
Genial, a cara do filme mesmo. Aliás, um dos meus filmes preferidos.
Posted by: Ismael at May 4, 2005 01:41 PM
Genial. Sua escrita é mágica. Gostei mesmo e certamente voltarei. Um dia ainda aprendo a escrever assim.......
Posted by: alexandre abud at May 4, 2005 08:57 PM
Genial.
Posted by: Lara at May 8, 2005 10:22 AM
Bruninho,
que bonito esse, cara!! Muito mesmo...
Posted by: Primeira dama (do blog ao lado) at May 11, 2005 10:35 PM
Ê filme lindo. E texto também.
Nunca pensei que à felicidade do começo pode se seguir o nada, o desconhecer.
Posted by: menina-prodígio at May 24, 2005 12:40 PM
Parabéns, você está no Copy&Paste:
http://copy-paste.blogspot.com/
Posted by: DaniCast at May 25, 2005 09:54 AM
Valeu, valeu, pela força, pelo link.
Posted by: Bruno Rabin at May 26, 2005 01:07 PM
lindo, lindo...
um gracinha mesmo...
Posted by: luyza at May 29, 2005 03:17 PM